sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Roupa futurista - Um desenho que virou realidade



Olá leitores e amantes da arte!Hoje eu estou com uma notícia maravilhosa! 

O Grupo Mulheres, com o intuito de descobrir novos talentos, lançou um desafio aos novos estilistas do RN: expressar, através de um look conceitual, sua visão de como serão as roupas do futuro. Funcionais? Tecnológicas? Inteligentes? 100% ecologicamente corretas? 

Bom, mergulhei com tudo nessa proposta , enviei meu croqui e fui selecionada para construir meu look futurista e apresentar minha visão de roupa ecológica no  Fashion ID (09-10-12).

Posso dizer que foi uma experiência maravilhosa. Criar minha primeira peça conceitual e ainda ter a confiança de Marleide Brito para mostrar o que eu mais amo fazer na vida, trabalhar na conjunção de arte e moda.

Meu croqui conceitual - Energia Limpa
A busca para amenizar os problemas ambientais em que vivemos foi a principal fonte de inspiração para o nascimento desta peça. Capaz de produzir energia limpa e sustentável usando recursos da nanotecnologia, este look totalmente conceitual traz uma modelagem adaptada para receber maior quantidade de luz solar e também faz referência aos nanotubos de carbono, estrutura molecular que se faz presente nesta tecnologia textil.

  O tecido interno de toda roupa é composto 100 % por algodão, com nano partículas condutoras integradas e capazes de armazenar energia limpa sem a necessidade de placas metálicas ou fios espalhados. O armazenamento se dá com a captação de luz solar e essa valiosa energia armazenada servirá para carregar dispositivos móveis como um smartphone, tablet, ipod, etc. A fonte deverá ficar na cintura, numa pequena saída USB.

 Aqui em Natal, a Cidade do Sol teria as pessoas mais beneficiadas com essa prática econômica e sustentável. Pena que ainda não é possível, mas eu quero estar viva para ver isso acontecer :)

"Inovação e funcionalidade sem perder a flexibilidade que a moda oferece".

Referência tecnológica:
 Juan Hinestroza e Abbey Liebman da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos.




Eu mesma fiz questão de fazer os moldes e costurar, adoro isso. Aliás, defendo a lógica de que para ser estilista é preciso gostar de construir, saber materializar seu croqui, sua idéia.





Além disso, o trabalho totalmente manual para representar os nanotubos, ligações químicas dentro da peça, foi o que mais exigiu tempo, mas eu adoro coisas artesanais e o resultado foi compensador!

Meu look no centro

Contudo, minha experiência no fashion ID, promovido pela Revista Mulheres, não foi apenas essa. Vi palestras sobre o futuro do Design, conheci muita gente interessante, desenhei bastante em camisetas fazendo customização para os visitantes e ainda rabisquei "muuuuuuiito" a mesa branca que estava lá , parecendo mesmo um prato cheio chamando a desenhista qui! rsrsrsrs...






 Mais adiante, conheci uma bloqueira incrível, bem antenada em moda. Falo da  Sara Correia . Ela aproveita para esmiuçar ainda mais sobre o Fashion ID  e , gentilmente, falar um pouco sobre meu trabalho artístico :)


 Vale a pena conferir: http://www.blogdasaracorreia.com/

 Outras atrações do Fashion ID você pode conferir no site http://www.mulheresnofds.com/

Um abraço e até mais! :*

Juliana Rosa




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